Você não está sozinho: como a disfunção erétil afeta milhões e o que isso traz à tona.

Resumo da Postagem

Você não está sozinho: como a disfunção erétil afeta milhões e o que isso traz à tona.

A disfunção erétil (DE) é muito mais comum do que muitos imaginam, e o silêncio muitas vezes piora a situação. Este artigo traz dados científicos e informações reais para quebrar tabus, mostrar que a DE atinge homens de todas as idades e reforçar que buscar ajuda é uma atitude de coragem e autocuidado.


Quão comum é a Disfunção Erétil?

Um estudo nacional com 2.862 homens brasileiros mostrou que 45,1% apresentaram algum grau de disfunção: 31,2% leve, 12,2% moderada e 1,7% completa.


Pesquisa do Datafolha/Omens com 1.813 homens revelou que 38% dos entrevistados relataram ter passado por quadro de DE nos últimos dois anos.

A estimativa atual para o Brasil é de cerca de 25 milhões de homens com algum grau de disfunção erétil.


Aos homens acima de 40 anos, a prevalência se aproxima de 50%, o que representa cerca de 16 milhões somente no Brasil.

Resumo: é estatisticamente improvável que você seja exceção. Você está entre milhões que convivem com essa condição.


DE atinge homens de todas as idades

Globalmente, a prevalência varia de 3% a 76,5%, dependendo da faixa etária e do método de avaliação.
Em grupos de adultos de 18 a 29 anos, até 30% já relataram sintomas de DE, um número que sobe para cerca de 55% entre homens de 50 a 59 anos.

Insight: a idade aumenta o risco, mas jovens também sofrem, muitas vezes por fatores psicológicos, estresse ou ansiedade de desempenho.


Impacto sobre autoestima, vida emocional e relacionamentos

Homens com DE frequentemente relatam:

  • Autoestima abalada e aumento da ansiedade
  • Redução de encontros sexuais semanais e insatisfação com a vida íntima
  • Prejuízo no relacionamento interpessoal e maior propensão a conflitos

O levantamento do Datafolha indicou que 69% dos homens com DE relataram pelo menos um problema adicional ligado à vida íntima.

Reflexão: o problema vai além do físico. Mexe com a mente, com a identidade e com os vínculos emocionais.


Fatores de risco conhecidos

Entre os principais:

  • Idade: risco cresce após os 40 anos
  • Doenças crônicas: diabetes (65% de prevalência de DE em diabéticos), hipertensão, colesterol alto, obesidade
  • Saúde emocional: depressão, ansiedade e estresse têm forte correlação
  • Distúrbios vasculares: são a base da maioria dos casos em homens mais velhos

Além disso, a presença de DE pode ser um indicativo precoce de doenças cardiovasculares, inclusive auxiliando na previsão de acidentes cardíacos e AVCs.


Você não está sozinho, e há soluções

  1. Busca médica direta com especialistas em urologia, cardiologia e endocrinologia
  2. Avaliação completa com exames hormonais, vasculares e psicológicos
  3. Tratamentos eficazes:
    • Inibidores de PDE‑5 (como sildenafil, tadalafil e avanfil) com bons índices de eficácia e segurança
    • Terapia por ondas de choque (LI‑ESWT), que melhora a vascularização peniana
    • Acompanhamento psicológico e terapia sexual para tratar causas emocionais
    • Protocolos combinados personalizados, como os oferecidos pelo Instituto Médico Masculino

Conclusão

  • A prevalência é alta e atinge diferentes perfis de homens
  • As consequências impactam a vida emocional, relacional e até profissional
  • A disfunção erétil pode ser sinal de alerta para outras doenças
  • Buscar ajuda é o primeiro passo para transformar a vida e a saúde

Chamada para ação

No Instituto Médico Masculino, oferecemos:

  • Atendimento humanizado, sigiloso e especializado
  • Avaliação integrativa com exames modernos
  • Protocolos que combinam ciência com acolhimento
  • Resultados que envolvem o corpo, a mente e a sua vida

Agende sua consulta. Porque enfrentar a disfunção erétil não é fraqueza. É um ato de força, consciência e amor-próprio.

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Fernada Souza

Fernanda é formada em letras pela UFRJ e jornalismo, pela PUC.
Atualmente escreve artigos e colunas como freelancer para várias revistas e jornais com grande circulação.

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